Novo Hamburgo - A ação do tempo não perdoou o asfalto de Novo Hamburgo. As operações tapa-buraco feitas pela Prefeitura são paliativo para um problema que tira a paciência de quem transita pelo Município. Na segunda-feira, a reportagem do Jornal NH percorreu algumas ruas que são motivo de reclamação frequente de leitores. Encontrou crateras que desafiam a habilidade de motoristas e as condições da suspensão dos veículos. A solução eficaz para acabar com as crateras, no entanto, depende de verba federal. "A previsão de termos recapeamento em algumas ruas, com a liberação de recursos ligados ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), deve ocorrer somente a partir de 2010", projeta o secretário de Obras Públicas e Serviços Urbanos, Lino De Negri. Na tentativa de amenizar o estado de vias centrais e da periferia da cidade, a Prefeitura, por 45 dias, a contar de 27 de julho passado, promoveu o Mutirão de Melhorias. Só de massa asfáltica foram gastas 538 toneladas. O serviço continua, mas depende do tempo. "Em dias de sol, chegamos a utilizar quatro cargas de massa asfáltica, o que equivale a 30 toneladas. O problema é que o asfalto está sucateado", lamenta De Negri, acrescentando que ruas não pavimentadas também são mantidas, por meio de cargas de brita e patrolamento. HERANÇA - No início do ano, ao assumir a Prefeitura, Tarcísio Zimmermann reclamou que herdou a cidade esburacada e que precisaria buscar recursos federais para recuperar a malha viária e deixar Novo Hamburgo "uma cidade menos remendada." Enquanto o dinheiro não chega, a alternativa é torcer para que o tempo não desgaste ainda mais as ruas.Foto: Néia Dutra/GES.

Os fortes temporais que atingiram o Estado não deixaram apenas árvores caídas e casas destelhadas. Segundo dados repassados pela Defesa Civil nesta quarta-feira, cerca de 1,3 mil pessoas estão desalojadas no Rio Grande do Sul. O número cresceu rapidamente em relação aos dias anteriores. No início da noite de ontem eram apenas 400 pessoas tiveram que deixar suas residências. Ao todo, 150 mil pessoas foram atingidas e 2,4 mil casas foram danificadas pelos temporais. Outras 36 residências ficaram totalmente destruídas. A Defesa Civil também confirmou o aumento no número de cidades que decretaram situação de emergência. Os municípios de Santa Maria e Porto Xavier se juntaram às cidades de Victor Graeff, Itaara, Ibirubá e Frederico Westphalen, que já havia formalizado o pedido.
Cerca de 129,6 mil visitantes e 23 mil veículos estiveram na Expointer até esta quinta-feira (03). Os dados, divulgados pela Estapar, responsável pela bilheteria e pelo estacionamento, referem-se à movimentação até as 19h. Ao longo do dia, o Parque de Exposições Assis Brasil recebeu centenas de excursões, que vieram do interior do Estado. A movimentação no parque começou cedo, e os visitantes passearam nos pavilhões e visitaram as feiras - de artesanato e da agricultura familiar - para degustar comidinhas que lembram aquelas preparadas pela avós ou para comprar roupas ou peças artesanais.A família Peschel, de Mafra (SC), visita a Expointer há cinco edições e, foi recepcionada no estande do Equador, no Pavilhão Internacional, ao som da salsa do grupo colombiano Nicches. As vendas tem animado Norma Jaqueline Faz Fonseca, que há seis anos coordena o espaço que vende produtos típicos do Equador - como artesanato em palha e madeira e roupas e acessórios de lã e algodão. "A Expointer é um evento grandioso que abre portar para mostrar nosso trabalho", disse. Segundo ela, a quinta-feira tem sido animadora - as vendas aumentaram 10% hoje. A expectativa é de superar esse índice até domingo, quando se encerra a 32ª edição da Expointer.







